Quem sou eu

Retrouvaille significa Redescobrir. O Retrouvaille é um Programa voltado para casais que acreditam no seu relacionamento. Trata-se de uma experiência destinada a ajudar o casal a se redescobrir e a construir um casamento mais estável e mais harmonioso, em meio às pressões da atual sociedade e desafios do cotidiano. O Retrouvaille surgiu em Quebec, Canadá, em 1977 e chegou ao Brasil em 2000, na cidade de Curitiba, e em Recife, em 2001.

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

Vale a pena assistir a dois !

 
O filme é sensível e muito realista. Disponível em DVD nas locadoras.
Pipoca e coca cola completam o programa.
 

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013

domingo, 10 de fevereiro de 2013

O amor pode criar raízes



Quando somos jovens e nos casamos, o amor é o leme da relação. Os opostos que se atraíram rápida e facilmente, provavelmente serão o mesmo motivo para se repelirem mais tarde na mesma velocidade, ou seja, quando a rotina do dia a dia invade a vida a dois, os filhos chegam e as obrigações aumentam, o amor primeiro tende a ficar de lado muitas vezes, sobrecarregado de responsabilidades.

Aqui 6 sugestões de como fazer esse amor criar raízes a ponto de não sucumbir com o casamento rumo à rotina e a falta de interesse entre o casal:

1. A responsabilidade é dos dois.
Tanto você como seu cônjuge precisam estar cientes das responsabilidades e papéis que cada um assumirá, antes de casados. Ter boa atitude de forma a não deixar que coisas pequenas influam no relacionamento, mas decidir crescer e aprender com as experiências que terão é ponto chave para a manutenção do casamento. Isso depende dos dois quererem, conversarem sobre o assunto, e trabalharem juntos, unindo-se nos momentos bons e ruins em prol da relação e da família.

2. Dignidade, integridade e respeito mútuo.
Proteger o amor é não fazer nada que o machuque. Traições, vícios, pornografia, mentiras, desculpas, trabalho exagerado. Tudo isso pode macular o sentimento puro da união.

3. Altruísmo e desejo.
Não ser egoísta em momento algum, seja no dia a dia ou entre quatro paredes, buscar a felicidade do outro traz carinho nos gestos diários. O desejo de fazer o outro sentir-se amado cria uma corrente de ações que perpetuam o amor. Melhore a si mesmo e ajude o outro a sentir-se bem com ele mesmo.

4. Valorização do sentimento.
O amor é algo que é usado hoje em dia para definir uma porção de coisas. Tente substituir a frase "Eu amo sorvete!" para "Eu gosto muito de sorvete". Quando falar que ama seu cônjuge, nunca se esqueça que o amor por seu cônjuge é especial, não como qualquer outra coisa.

5. Atitude e gratidão.
Ser grato pelo outro espanta o orgulho e traz a atitude correta ao relacionamento. Decida não julgar e não cobrar. Proteja o sentimento das fraquezas um do outro. Aguardem por momentos tristes, difíceis, já preparados, que a união traz a força e não o contrário.

6. Perdão e esperança.
Quando entendemos que o amor também progride e deve ser cuidado e preservado, a comunicação flui, o perdão impera, e a esperança de dias melhores trazem paz na hora em que mais precisamos.

Decida não criar jamais uma raiz de amargura, mágoa e nunca desista de seu amor. O amor cresce com o entendimento e a paciência. Vale a pena investir nesse sentimento.

Prepare seu solo, nutra a semente, e cuide de sua pequena muda, e continue cuidando até que ela se torne uma grande árvore e lhe traga muitos frutos.

Chris Ayres

terça-feira, 5 de fevereiro de 2013

Empatia


As pessoas se preocupam em ser simpáticas, mas pouco se esforçam para ser empáticas, e algumas talvez nem saibam direito o que o termo significa. Empatia é a capacidade de se colocar no lugar do outro, de compreendê-lo emocionalmente. Vai muito além da identificação. Podemos até não sintonizar com alguém, mas nada impede que entendamos as razões pelas quais ele se comporta de determinado jeito, o que o faz sofrer, os direitos que ele tem.

Nada impede?

Foi força de expressão. O narcisismo, por exemplo, impede a empatia. A pessoa é tão autofocada, que para ela só existem dois tipos de gente: os seus iguais e o resto, sendo que o resto não merece um segundo olhar. Narciso acha feio o que não é espelho.

Ele se retroalimenta de aplausos, elogios e concordâncias, e assim vai erguendo uma parede que o blinda contra qualquer sentimento que não lhe diga respeito. Se pisam no seu pé, reclama e exige que os holofotes se voltem para essa agressão gravíssima. Se pisarem no pé do outro, é porque o outro fez por merecer.

Afora o narcisismo, existe outro impedimento para a empatia: a ignorância. Pessoas que não circulam, não possuem amigos, não se informam, não leem, enfim, pessoas que não abrem seus horizontes tornam-se preconceituosas e mantêm-se na estreiteza da sua existência. Qualquer estranho que possua hábitos diferentes será criticado em vez de respeitado. Os ignorantes têm medo do desconhecido.

E afora o narcisismo e a ignorância, há o mau-caratismo daqueles que, mesmo tendo o dever de pensar no bem público, colocam seus próprios interesses acima do de todos, e aí os exemplos se empilham: políticos corruptos, empresários que só visam ao lucro sem respeitar a legislação, pessoas que “compram” vagas de emprego e de estudo que deveriam ser conquistadas através dos trâmites usuais, sem falar em atitudes prosaicas como furar fila, estacionar em vaga para deficientes, terminar namoros pelo Facebook, faltar compromissos sem avisar antes, enfim, aquelas “coisinhas” que se faz no automático sem pensar que há alguém do outro lado do balcão que irá se sentir prejudicado ou magoado.

É um assunto recorrente: precisamos de mais gentileza etc. e tal. Para muitos, puxar uma cadeira para a moça sentar ou juntar um pacote que alguém deixou cair, basta. Sim, somos todos gentis, mas colocar-se no lugar do outro vai muito além da polidez e é o que realmente pode melhorar o mundo em que vivemos. A cada pequeno gesto diário, a cada decisão que tomamos, estamos interferindo na vida alheia. Logo, sejamos mais empáticos do que simpáticos.

Ninguém espera que você e eu passemos a agir como heróis ou santos, apenas que tenhamos consciência de que só desenvolvendo a empatia é que se cria uma corrente de acertos e de responsabilidade – colocar-se no lugar do outro não é uma simples gentileza que se faz, é a solução para sairmos dessa barbárie disfarçada e sermos uma sociedade civilizada de fato.


Martha Medeiros (Zero Hora - 30/01)

domingo, 27 de janeiro de 2013

5 maneiras criativas para conseguir tempo para seus filhos

Todo pai ou mãe, cedo ou tarde, virá a perceber que poderia ter passado mais tempo com seu filho. Seja pelas reações dele na adolescência, pelos problemas na escola, pelo sentimento de abandono ou depressão, além dos traumas causados na infância. O amor muitas vezes significa encontrar tempo para os mesmos.

Como conseguir tempo, e que esse tempo seja de qualidade na dedicação às nossas crianças?

Penny Warner, autora do livro ‘Quality Time Anytime”, sugere mais de 200 maneiras criativas para aproveitar momentos informais para a interação com o filho em qualquer lugar a qualquer momento.

Acoplando-as em grupos:
  1. Hora do banho. Se a criança pequena estiver na banheira, faça um barquinho de papel e aproveite para contar uma história de aventura. Você pode ainda perguntá-la quantas bolinhas de gude precisa para afundar o barquinho, e ela pensará e responderá.
  2. Hora de dormir. Leia histórias ao seu filho, pergunte a ele como ele acha que a história termina para construir criatividade e imaginação.
  3. No caminho à escola. Cante músicas para incentivar a memória, faça jogos, recitem o alfabeto, digam nomes de animais com as letras do alfabeto, faça perguntas e elas responderão.
  4. Na hora do jantar. Deixe seu filho lhe ajudar na preparação, arrumar a mesa, fazer a salada, lavar algumas louças. Peça a ele para bater os ovos, mexer o suco. Enquanto a família estiver aguardando o jantar, faça jogos de palavras, peçam para eles encontrarem objetos que comecem com a letra M, por exemplo. Contem histórias de família.
  5. Na hora de ir ao supermercado. Peça ajuda à criança para encontrar os itens que precisa, comparar preços, quantidades. Além de despertar a consciência do valor, ela aprenderá a comprar de maneira inteligente.
Isso tudo ajuda em muito a interação de qualidade com as crianças, mas não substituem o tempo exclusivo que ela merece. Algumas dicas para quando estiverem em casa:
  • Brinque com seu filho. Seja jogar juntos, ajudá-lo a montar e construir com peças montáveis, brincar de casinha, bonecas, mesmo somente indo passear no parque e sentar no banco da praça e conversar. Uma vez por semana ao menos por algumas horas trarão benefícios duradouros.
  • Ghost Writer. A ideia é criativa. Coloque bilhetes na lancheira da escola, embaixo do travesseiro, ao lado da cama quando acordam. Digam o quanto as amam. Conheci um pai que fazia isso vários dias da semana já que quando saía para o trabalho, sua filha ainda dormia. Ela guardava seus bilhetes como um tesouro.
  • Comunicação. Essa é a principal de todas. Ao chegar do trabalho, pare para ouvir e saber como foi o dia de seu filho. Faça disso uma tradição. Deixe-os contarem suas experiências.
Passar tempo com os filhos nos dá oportunidades de ensinar através das horas informais e práticas da vida, e a eles para aprender e serem ouvidos. Mais que tudo, é um tempo onde vocês se conectam, e eles sentem-se amados.

Um dia você poderá olhar para trás e ser grato por essas memórias. Os resultados se mostrarão na confidência dos filhos e em sua vida, que será o espelho necessário para medir suas ações como pais.

Chris Ayres

terça-feira, 22 de janeiro de 2013

Permissão para ser INfeliz

O texto é longo, mas vale a pena ler na íntegra.

http://revistaepoca.globo.com/Sociedade/eliane-brum/noticia/2013/01/permissao-para-ser-infeliz.html

Muitos conflitos conjugais tomam grande dimensão pela inabilidade dos cônjuges para o diálogo e a conciliação.

Muitos conflitos conjugais tomam grande dimensão pela inabilidade dos cônjuges para o diálogo e a conciliação. Movidos por emoções como a raiva, a rejeição e o ressentimento fecham-se cada vez mais dentro de si mesmos e se afastam um do outro. Sofrimentos inenarráveis acontecem a partir disso!

O casal perde muito quando se isola um do outro, pois deixa de dividir a vida e bloqueia a comunicação. Assim não há como se entenderem e é nessa situação que se encontram muitas pessoas que mesmo amando seus cônjuges não sabem como salvar o próprio casamento.

Se esse é o seu caso, acredite: você pode mudar essa situação, tome você essa iniciativa!
Quando tomar a iniciativa de salvar seu casamento
Não espere que seu cônjuge procure entender você; busque por si analisar seus sentimentos e o porquê de muitas vezes agir de forma a complicar a situação entre vocês. Questione interiormente quantas vezes você age e depois se arrepende, o que move você, quais são seus sentimentos. Lembre-se de que ninguém poderá fazer por você o trabalho que lhe compete de autoconhecimento.

Procure analisar qual a razão de se envolver em emoções destrutivas; veja que elas não lhe ajudam em nada e ainda promovem um círculo vicioso muito perigoso em sua relação. Se você não sente satisfação no casamento, tem ressentimentos e se envolve em rejeição, é bem provável que seu cônjuge esteja sentindo a mesma coisa.
Aplique o melhor da comunicação e assertividade
Se seu casamento está em zona de risco, culpar seu cônjuge não vai ajudar em nada e ainda vai aumentar a sua irritabilidade. Procure equilibrar seus pensamentos, pois, eles são motivadores das suas ações e uma relação amorosa é sempre construída a dois. Trocando pensamentos hostis por amigáveis você estará colaborando positivamente no sentido de harmonizar o relacionamento.
Mantenha a calma
Quanto mais complicada é a situação, maior a necessidade de manter a calma. Gritos, discussões ou mesmo o desprezo só irão piorar ainda mais as coisas. Sendo assim, inicie o processo de salvar o seu casamento a partir da serenidade em suas próprias atitudes.

Mesmo quando exista a necessidade da crítica, aja com afetividade. Ninguém gosta de ser criticado, assim, busque expressar o que desagrada você de forma a não causar qualquer tipo de humilhação. Expresse seu desejo de entendimento entre vocês com carinho e peça a ajuda de seu cônjuge, afinal, ele também tem que participar disso. Com respeito de ambas as partes a compreensão será possível.
Retome o diálogo usando empatia

Busque retomar o diálogo, não aceite qualquer tipo de provocação para uma nova briga. Fale com seu cônjuge, mas acima de tudo, ouça o que ele disser com o intuito de entendê-lo. Muitas pessoas têm tanta dificuldade em expressar seus sentimentos que acabam fazendo de forma equivocada, mas diante de alguém disposto a entender, desarmam-se e tomam coragem de expor o que realmente lhes vai à alma. Compreenda; simples assim!
Mude a si mesmo

Você não tem o poder de operar transformações em seu cônjuge, mas pode e deve operá-las em si mesmo. Dessa forma, você poderá inspirá-lo a também promover a mudança necessária para que a harmonia se faça entre vocês. Considere que mais importante do que ter razão é sentir satisfação interior e, de mais a mais, ninguém tem razão em tudo, não é mesmo?

Tomando a iniciativa da reconciliação, você se surpreenderá com a reação de seu cônjuge, pois é bem possível que seja isso mesmo que ele quer, mas não sabe como fazer.

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