sexta-feira, 17 de maio de 2013
quinta-feira, 9 de maio de 2013
A beleza e o valor do matrimônio
A beleza e o valor do matrimônio
Ao receber um convite de casamento, a grande
curiosidade dos familiares e amigos é ver a noiva entrando na Igreja ao som de
uma bela melodia. Os olhos estão todos voltados para ela, mas não podemos deixar
de perceber a expectativa e a alegria na expressão do noivo, que aguarda ansioso
no altar. Mas de nada vale uma belíssima cerimônia religiosa, ornamentada por
uma sofisticada decoração com flores e arranjos, se o sentimento não for
verdadeiro e os noivos não compreenderem a importância do sacramento do
matrimônio.
Esta união, chamada matrimônio, precisa ser,
primeiro de tudo, um território santo. Por isso, o casal precisa reservar um
tempo dos preparativos para o casamento para refletir sobre a união que estão
prestes a firmar diante de Deus, porque a aliança conjugal é um modo de
santificar o amor humano entre o homem e a mulher.
Segundo o sacerdote da Comunidade Canção Nova
padre Reinaldo Cazumbá, o casamento está fundamentado no amor de Cristo pela
Igreja. Assim como Deus ama Sua Igreja, o homem e a mulher são convidados a
viver esta união fortificada nos ensinamentos que o Senhor nos deixou. Por isso,
é preciso que os dois se preparem, ao longo do namoro, para viver esta nova
experiência. Assim, a Igreja propõe que, antes de casar, seja realizado o
cursinho de noivos, a fim de orientar os noivos nessa nova jornada de suas
vidas.
“É tão importante a união do casal, que Deus a
elevou à categoria de ‘sacramento’. Jesus falou: “O que Deus uniu o homem não
separa”. A Igreja oferece aos noivos uma preparação, mas, infelizmente, por
causa dessa correria do tempo, o cursinho de noivos acaba sendo em um único fim
de semana. É pouco tempo, mas um momento básico para a compreensão do
matrimônio. Esse cursinho vai falar sobre o significado do casamento, explicar
por que se casar, falar sobre a realidade da Igreja e como ela vê esse
sacramento”, explicou padre Reinaldo.
Para o casal da cidade de Aparecida (SP), Marcele
Marques e Elton Pacheco (ambos 26 anos), que namoraram cinco anos e são noivos
há dois anos e três meses, esse tempo foi necessário para preparar e estruturar
a vida a dois, a fim de que, juntos, tomassem esta decisão tão importante:
casarem-se. Para padre Reinaldo é importante ressaltar que este sacramento foi
instituído por Deus para o homem e a mulher, ou seja, eles se unirão em uma só
carne para juntos viverem uma nova vida.
“Nós conversamos bastante, sabemos que é uma
decisão para vida toda e que não será um mar de rosas sempre; afinal, são duas
pessoas diferentes unindo-se para construir uma nova família. É claro que
podemos ter ideias diferentes, e isso aconteceu até mesmo durante o namoro, mas
sempre conseguimos pensar juntos e tomarmos a melhor decisão para todos”,
testemunhou Marcele.
Quando o casal expressa o desejo de se casar é
necessário que eles tenham certeza que foram escolhidos por Deus para viverem
essa vocação. Portanto, o namoro e o noivado são a oportunidade de o casal
conhecer o outro e enxergá-lo como seu companheiro. Os documentos da Igreja
podem auxiliar e contribuir com a formação espiritual e o crescimento do
relacionamento do casal para, juntos, formarem uma nova família.
“O matrimônio e a família constituem um dos bens
mais preciosos da humanidade. A Igreja quer fazer chegar a sua voz e oferecer a
sua ajuda a quem, conhecendo já o valor do casamento e da família, procura
vivê-lo fielmente; a quem, incerto e ansioso, anda à procura da verdade, e
também àqueles que estão impedidos de viver livremente o próprio projeto
familiar. Sustentando os primeiros, iluminando os segundos e ajudando os outros,
a Igreja oferece o seu serviço a cada homem interessado nos caminhos do
matrimônio e da família” – (Exortação Apóstolica Familiaris Consortio – João
Paulo II)
Ao preparar a cerimônia religiosa, os noivos não
podem esquecer que a essência do casamento é a união que será conferida a Deus;
portanto, é bonito acompanhar e ver toda a preparação dos noivos para que este
dia seja muito especial.
Clique no infográfico acima e veja passo a
passo para organizar seu casamento
Para a noiva, Marcele, casar-se na Igreja sempre
foi um sonho. Quando marcou a data para a realização da cerimônia religiosa,
tinha a certeza de qual igreja seria escolhida, pois como ela e seu noivo sempre
foram envolvidos e engajados em pastorais religiosas, gostariam de se casar onde
se conheceram.
“Escolhemos a igreja de Santo Antônio por vários
motivos: começamos a namorar na festa de Santo Antônio, nossos pais se casaram
nessa igreja e também é a comunidade da qual participamos desde crianças. Quanto
aos preparativos do casamento, já estão em andamento desde o começo do ano. A
maioria dos serviços como buffet e decoração já estão acertados, mas sempre
aparece uma coisa diferente, uma novidade. Aí, a gente fica pensando se vai ou
não incluir isso no casamento”, disse Marcele.
O casamento para as mulheres é um momento
especial e esperado por muitas pessoas; portanto, toda a escolha gera dúvidas e,
muitas vezes, é conversada e repensada pelo casal. Para o noivo as escolhas são
mais simples e as preocupações são outras, como disse Elton: “O homem não tem
muitos preparativos, mas eu acompanho com ela todos as grandes decisões, mas os
detalhes eu deixo por conta dela”, contou.
“Acho que toda menina cresce pensando em como
será seu casamento. É um momento quase mágico! Por isso surgem muitas dúvidas em
relação ao vestido, à decoração, qual música é a mais bonita, que acessórios
usar e todos os detalhes, que são muitos; afinal, é um momento único. Não é como
uma festa de aniversário, que você pode inventar uma coisa diferente a cada ano.
A gente só vai se casar uma vez na vida e quer que tudo seja perfeito e lindo. A
única certeza que eu tenho é que eu quero me casar com o Elton”, disse
Marcele.
O sacerdote aconselha aos noivos que os padrinhos
e madrinhas desta união sejam pessoas próximas, que possam ajudá-los a se
manterem juntos na fé cristã e a sempre reafirmarem o compromisso com o
sacramento do matrimônio.
“Nós escolhemos familiares e amigos que sempre
estiveram próximos a nós e acompanharam a nossa história, pessoas com quem
podemos contar para conversar e nos aconselhar; afinal, padrinhos não são
enfeites de altar, são pessoas nas quais confiamos e que estão dispostas a nos
ajudar na vivência do matrimônio”, disse o casal de noivos.
Padre Reinaldo aconselha os jovens, que pretendem
se casar, a procurarem um sacerdote ou um casal com mais tempo de casado para
que, juntos, possam refletir sobre os desafios e a realidade do sacramento do
matrimônio.
“É preciso ter este acompanhamento e este
discernimento. Os namorados que querem chegar ao matrimônio precisam se deixar
acompanhar por um casal maduro, pelo sacerdote e pelas pessoas que tenham
condições de dar, realmente, o discernimento àquele casal. Será que você quer só
casar? É só isso? É preciso conscientizar-se que você vai viver um sacramento. E
para aqueles jovens que querem abraçar o casamento, precisam entender que este
relacionamento vai implicar muitas situações como amor, filhos, relacionamento
com Deus, vida a dois… E tudo isso necessita ser compreendido antes da decisão
de se casar”, alertou o sacerdote.
O segredo para um relacionamento duradouro é espelhar-se em um casal maduro e
nos ensinamentos que os documentos da Igreja fornecem aos cristãos, pois, desta
forma, poderão viver, verdadeiramente, a vocação do matrimônio.disponível em: http://blog.cancaonova.com/redacao/a-beleza-e-o-valor-do-matrimonio/
quinta-feira, 2 de maio de 2013
Crescer no casamento
Crescer no Casamento
Tenho um livro que faço de travesseiro: Perdas Necessárias, da autora norte-americana Judith Viorst. Com ele reflito, questiono, aprendo. E, principalmente, me sinto mais inteira com as mensagens que o livro desperta em mim.
...
O capítulo Amor e Ódio no Casamento reflete que parte dos laços conjugais está sujeito a fortes pressões emocionais, as quais quando não trabalhadas, trazem consequências nocivas (explícitas e ou silenciosas) à dinâmica relacional. Essas dificuldades têm mais chances de se manterem pela constante alimentação de cobranças, mediante expectativas muito romanceadas, projeções de carências infantis e da vivência, por parte dos cônjuges, da noção de complementaridade do casal, ainda compreendida na leitura da “metade da laranja”. Reforço, ainda, como bagagem pesada e porta de entrada aos conflitos, a criação de uma coleção de ressentimentos, pela vivenciada ditadura conjugal do Tem de Ser (do meu jeito).
Avalio ser importante ao casal, a redefinição dessas imposições, conceitos rígidos, nem sempre conversados ou aprofundados. É essencial a parada, após o período da paixão, para ser compreendido o casamento desejado e o vivido.
Não entenda minha fala como desencantamento. Reflito que os encantamentos conjugais, ao longo do tempo, são frutos de conversa, respeito a posições, diferenças e olhar direcionado à vivência afetiva, mediante experiência do sentido de pertencimento do par e da valorização da sua diferenciação. Um casamento adulto requer coragem para olhar de frente avanços, recuos e aprender a “temperar” romance com realidade, validando que a vida conjugal tem na sua dinâmica mudança e continuidade. É fundamental o balanço equilibrado das duas.
Crescer no casamento necessita do aprendizado voltado ao investimento do olhar mútuo, sem perder de vista a vontade de seguir e ousar.
Lígia Oliveira é Terapeuta de Casal e Família. Escreve a coluna Conversa em Família (Revista Mon Quartier).
sexta-feira, 26 de abril de 2013
Dialogando com a dor
Dialogando com a dor
Não simpatizo nada com a ideia de sentir dor. Para minha sorte, elas foram raras. Vivi dois partos normais que pareceram um passeio no parque, nada doeu, sobrou relaxamento e prazer. Quando penso em dor física, o que me vem à lembrança são as idas ao dentista quando era criança. Começava a sofrer já na noite anterior, sentia enjoos fortíssimos, não conseguia dormir, passava a madrugada chorando só de imaginar que no dia seguinte teria que enfrentar a broca e seu barulho aterrorizante. Estou falando de uma época em que crianças tinham cárie – hoje muitas nem sabem o que é isso, bendito flúor.
Mas o que fazer em relação a esse tipo de dor? Se nos pega de surpresa (um tombo, uma cabeçada, um corte), suportar. Se for uma dor interna, tomar um analgésico e esperar que passe. Não se pode dialogar com a dor física. Músculos, nervos, órgãos, pele, essa turma não escuta ninguém. Ainda bem que não são dores constantes, e sim pontuais. De repente, somem.
Já a dor psíquica não é tão breve. Pode durar semanas. Meses. Sem querer ser alarmista, pode durar uma vida. Porém, é mais elegante que a dor física: nos dá a chance de duelar com ela, ao contrário da outra, que é um ataque covarde. A dor psíquica possibilita um diálogo, e isso torna a luta menos desigual. São dois pesos-pesados, sendo que você é o favorito. Escolha suas armas para vencê-la.
Armas?
Por exemplo: redija cartas para si mesmo. Console-se escrevendo sobre o que você sente e depois planeje seus próximos passos. Escrever exorciza, invoca energia. Cartas e cartas para si mesmo, estabelecendo uma relação íntima entre você e sua dor – amanse-a.
Terapia. A cura pela fala. Você buscando explicar em palavras como foi que permitiu que ela ganhasse espaço para se instalar, de onde você imagina que ela veio, quem a ajudou a se apoderar de você. Uma investigação minuciosa sobre como ela se desenvolveu e sobre a acolhida que recebeu: sim, nós e nossas dores muitas vezes nos tornamos um só. É difícil a gente se apartar do que nos dói, pois às vezes é a única coisa que dá sentido à nossa vida.
Livros. O mais deslumbrante canal de comunicação com a dor, pois através de histórias alheias reescrevemos a nossa própria e suavizamos os efeitos colaterais de estar vivo. Ler é o diálogo silencioso com nossos fantasmas. A leitura subverte nossas certezas, redimensiona nossos dramas, nos emociona, faz rir, pensar, lembrar. Catarses intimidam a dor.
Meditação. Religião. Contato com a natureza. Viagens. Amigos. Solidão. Você decide por qual caminho irá dialogar com a sua dor, num enfrentamento que, mesmo que você não saia vitorioso, ao menos fortalecerá seu caráter.
Quem não dialoga com sua dor psíquica, não a reconhece como a inimiga admirável que é, capaz de torná-lo um ser humano melhor. A reduz a uma simples dor de dente e, como uma criança, desespera-se sozinho no escuro.
As crenças são ideias antigas ...
As crenças são ideias antigas que nós não percebemos que nos escravizam. Temos grande dificuldade de nos livrarmos delas para transformamos nossas vidas em algo compatível com a nova realidade.
Assim acontece com a expectativa que as mulheres têm em relação aos seus parceiros.
Elas continuam admirando homens bem sucedidos financeiramente, o que é um equívoco, porque o sucesso financeiro definitivamente não garante que eles sejam justamente as melhores pessoas e aqueles que seriam os melhores companheiros para uma vida contemporânea onde ambos trabalham, ambos têm de contribuir para o bom andamento das atividades domésticas do cotidiano e para a educação dos filhos.
Flávio Gikovate
Assista: youtu.be/ImGal0fnmEM
Assim acontece com a expectativa que as mulheres têm em relação aos seus parceiros.
Elas continuam admirando homens bem sucedidos financeiramente, o que é um equívoco, porque o sucesso financeiro definitivamente não garante que eles sejam justamente as melhores pessoas e aqueles que seriam os melhores companheiros para uma vida contemporânea onde ambos trabalham, ambos têm de contribuir para o bom andamento das atividades domésticas do cotidiano e para a educação dos filhos.
Flávio Gikovate
Assista: youtu.be/ImGal0fnmEM
quarta-feira, 17 de abril de 2013
Receita para fazer alguém feliz
Fazer alguém feliz não é uma tarefa impossível de ser cumprida e, ao contrário do que muitos pensam, não é nem mesmo difícil. Está entre as primeiras promessas construídas a dois, quando um relacionamento tem início, e está também entre as últimas - quando o amor já se desgastou, mas restando ainda um derradeiro apelo. "Eu posso fazer você feliz", é o que diz uma das metades envolvidas, ou dizem ambas. Mas, o mais engraçado é que, geralmente, quem faz esse tipo de promessa a considera elaborada e até difícil de ser levada a cabo. Será?
Via de regra, em um relacionamento entre duas pessoas de gostos e sintonias semelhantes - ou complementares - não há mistério em alegrar um ao outro. Não falo da felicidade eterna, utópica, filosófica e talvez até mesmo mística. Falo da felicidade diária, aquela mais simples, porém tão gostosa, do dia após dia com as noites entre eles. Aquela felicidade de quando a gente se flagra rindo gratuitamente, por uma lembrança boa e cotidiana. É que se a gente se concentrar muito na felicidade utópica, pode perder essa alegria de rotina que, talvez, seja tudo a que a gente tenha acesso nessa vida mundana. Esse tipo de felicidade está ao alcance de todos. E compartilhá-la ou proporcioná-la a quem amamos não é desafio: é so easy.
Entre duas pessoas que convivem, não é difícil saber o que é agradável e o que é irritante ao outro. Então, por que não tentar agradar mais e irritar menos? Por que não tolerar mais e discutir menos? Saber quando vale a pena falar e quando é melhor ficar em silêncio é uma arte que muitos levam uma vida inteira para dominar - ou nunca dominam. Mas, driblar conflitos é um exercício ao alcance de todos. E mimar um pouquinho mais a quem se ama, também. Se ele(a) adora um café, por exemplo, por que não servi-lo(a)? Se ele(a) detesta quando você tamborila as unhas sobre a mesa, por que continuar tamborilando? Se você prometeu que faria/iria/telefonaria/lembraria, por que não se esforçar um pouco mais para cumprir? São coisas simples, cotidianas, banais. Mas significam menos dores de cabeça. Que, por sua vez, significam mais calmaria. E a calmaria em meio às tempestades, já não seria a felicidade?
Fazer alguém feliz, como eu disse, não é uma tarefa impossível de ser cumprida. Às vezes é aquele telefonema prometido, às vezes é a visita surpresa, às vezes é uma flor, uma massagem nos pés, um abraço, um doce, uma água de coco, um chá, uma Coca-cola com gelo e limão. Fazer alguém feliz é variável, é cheio de tentativas e de possibilidades. Mas o empenho deve ser constante e nunca é vão. Porque, à medida que a gente tenta, a receita mais clichê do mundo aparece: sendo feliz, tornamos o outro feliz também. E vice-versa, como o amor deve ser.
segunda-feira, 15 de abril de 2013
A importância de investir completamente no "negócio" da família
Traduzido e adaptado por Ana Maria Castellano do original The importance of investing yourself fully in the "business" of family, de Chloe Curtis.
Muitos anos atrás, como uma jovem família de três, meu marido e eu conhecemos e fizemos amigos através das atividades de nossa igreja e da comunidade. Ambos reconhecíamos que éramos apenas iniciantes quando veio a paternidade e começamos então a observar as semelhanças e padrões nas famílias que considerávamos bem-sucedidas - não em termos monetários, mas em proximidade uns com os outros.
Tivemos a sorte de estar cercados por várias famílias emocionalmente saudáveis, amorosas e ativas. Não eram perfeitos - regularmente vivenciavam lutas e desafios como todo mundo. Mas pareciam ser bons modelos, algo que estávamos procurando - famílias na rotina do dia a dia que tinham uma dinâmica familiar bem afinada e as competências da paternidade. Podiam assumir um problema, trabalhar com ele e resolvê-lo. Eu me sentia como uma esponja seca pronta para absorver a sabedoria que ganharia com suas experiências.
Uma família teve um impacto particularmente profundo em mim. Além da proximidade e compromisso que eles tinham um com o outro, o pai, um empresário de sucesso, ganhava a vida ao examinar, em grande detalhe, as empresas que estavam lutando para sobrepujar suas dificuldades. Ele analisava a empresa de alto a baixo, explicava seus pontos fortes e fracos aos líderes da organização e, se desejado, o projeto em que a empresa poderia estar em 10 anos. Às vezes, a empresa teria apenas que aceitar suas descobertas e seu trabalho já estaria feito. Em outras ocasiões, os líderes perguntavam se ele poderia elaborar um plano para os próximos 10 anos e, em seguida, procuravam sua ajuda para alcançar os objetivos da empresa. Era um trabalho fascinante. Ficamos intrigados com as histórias que ele contou das empresas que ajudou a transformar.
Era evidente para nós que alguns de seus princípios de organização poderiam ser aplicados a nossa jovem família. Então fomos trabalhar! Começamos a pensar sobre onde queríamos que a família Smurthwaite estivesse em 10 e 20 anos.
Começamos a nos fazer algumas perguntas:
• Onde queremos que a nossa família esteja espiritualmente em dez anos?
• Como poderíamos alcançar intimidade familiar contínua, confiança e comunicação?
• Como poderíamos manter o controle de nossas responsabilidades em casa e no local de trabalho e ainda conseguir tempo para recreação, experiências sociais e desenvolver interesses pessoais e hobbies?
• Como poderíamos incentivar os jovens da família a desenvolver uma ética de trabalho e abraçar a aprendizagem?
Tivemos muito a considerar!
Embora a nossa intenção não fosse conduzir nossa família como um negócio, sabíamos que poderíamos usar alguns dos princípios de um modelo de negócios eficaz para ajudar a nossa família a ser mais bem-sucedida. Sabíamos que seria necessário tempo, dedicação e um trabalho a ser amorosamente realizado. Nós também sabíamos que não poderia haver atalhos. As apostas eram altas e teríamos que nos comprometer com o tempo e energia que fossem necessários. Ao longo do caminho, tivemos que aprender a priorizar e equilibrar o básico, largar o desnecessário e manter nossos objetivos de longo prazo à vista.
Trinta e cinco anos de casamento e quatro filhos mais tarde, aqui está o que aprendemos:
• Você cometerá erros. Aprenda com eles e altere o seu curso.
• Seus objetivos necessitam de avaliação regular; faça disso uma prioridade.
• O amor é o elemento mais vital em seu círculo familiar.
• Perdoar, admitir as falhas e pedir desculpas rapidamente são elementos cruciais.
• Ajudar seu cônjuge e seus filhos a alcançarem objetivos pessoais é enriquecedor e necessário para a estima e o bem-estar emocional de cada um.
• Trabalhem arduamente e tenham um desempenho árduo juntos.
• Celebrem os sucessos, especialmente os pequenos.
• Criem suas próprias tradições e memórias.
• O padrão ouro será sempre a inteligência e a sabedoria.
• Biscoitos quentes e leite frio realmente ajudam.
• Os membros de sua família devem realmente ser os seus melhores amigos por toda a vida.
Uma ou duas décadas de dedicação à família detém milhões de pequenos momentos de ensino que permanecerão nos corações de seus filhos para toda a vida. A infância é passageira, ao passo que a paternidade o acompanhará por anos. Abrace essa viagem e nunca subestime sua influência para o bem, mesmo nos recantos remotos de sua vida.
Nosso amigo, o consultor, sabia muito sobre o resgate de empresas em dificuldades e algo do que ele ensinou nos ajudou como família. Você está disposto a investir em sua própria família? O resto é com você. Decida hoje que você focará em primeiro lugar toda sua energia em sua família e estará disposto a fazer um investimento pessoal e completo em amor e compromisso relacionado a esse encargo sagrado.
Assinar:
Postagens (Atom)






