sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013
Versículo do dia
Antes, como ministros de Deus, tornando-nos recomendáveis em tudo; na muita paciência, nas aflições, nas necessidades, nas angústias, Como contristados, mas sempre alegres; como pobres, mas enriquecendo a muitos; como nada tendo, e possuindo tudo.
2 Coríntios 6:4,10
quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013
segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013
Vale a pena assistir a dois !
O filme é sensível e muito realista. Disponível em DVD nas locadoras.
Pipoca e coca cola completam o programa.
quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013
domingo, 10 de fevereiro de 2013
O amor pode criar raízes
Quando somos jovens e nos casamos, o amor é o leme da relação. Os opostos que se atraíram rápida e facilmente, provavelmente serão o mesmo motivo para se repelirem mais tarde na mesma velocidade, ou seja, quando a rotina do dia a dia invade a vida a dois, os filhos chegam e as obrigações aumentam, o amor primeiro tende a ficar de lado muitas vezes, sobrecarregado de responsabilidades.
Aqui 6 sugestões de como fazer esse amor criar raízes a ponto de não sucumbir com o casamento rumo à rotina e a falta de interesse entre o casal:
1. A responsabilidade é dos dois.
Tanto você como seu cônjuge precisam estar cientes das responsabilidades e papéis que cada um assumirá, antes de casados. Ter boa atitude de forma a não deixar que coisas pequenas influam no relacionamento, mas decidir crescer e aprender com as experiências que terão é ponto chave para a manutenção do casamento. Isso depende dos dois quererem, conversarem sobre o assunto, e trabalharem juntos, unindo-se nos momentos bons e ruins em prol da relação e da família.
2. Dignidade, integridade e respeito mútuo.
Proteger o amor é não fazer nada que o machuque. Traições, vícios, pornografia, mentiras, desculpas, trabalho exagerado. Tudo isso pode macular o sentimento puro da união.
3. Altruísmo e desejo.
Não ser egoísta em momento algum, seja no dia a dia ou entre quatro paredes, buscar a felicidade do outro traz carinho nos gestos diários. O desejo de fazer o outro sentir-se amado cria uma corrente de ações que perpetuam o amor. Melhore a si mesmo e ajude o outro a sentir-se bem com ele mesmo.
4. Valorização do sentimento.
O amor é algo que é usado hoje em dia para definir uma porção de coisas. Tente substituir a frase "Eu amo sorvete!" para "Eu gosto muito de sorvete". Quando falar que ama seu cônjuge, nunca se esqueça que o amor por seu cônjuge é especial, não como qualquer outra coisa.
5. Atitude e gratidão.
Ser grato pelo outro espanta o orgulho e traz a atitude correta ao relacionamento. Decida não julgar e não cobrar. Proteja o sentimento das fraquezas um do outro. Aguardem por momentos tristes, difíceis, já preparados, que a união traz a força e não o contrário.
6. Perdão e esperança.
Quando entendemos que o amor também progride e deve ser cuidado e preservado, a comunicação flui, o perdão impera, e a esperança de dias melhores trazem paz na hora em que mais precisamos.
Decida não criar jamais uma raiz de amargura, mágoa e nunca desista de seu amor. O amor cresce com o entendimento e a paciência. Vale a pena investir nesse sentimento.
Prepare seu solo, nutra a semente, e cuide de sua pequena muda, e continue cuidando até que ela se torne uma grande árvore e lhe traga muitos frutos.
Chris Ayres
terça-feira, 5 de fevereiro de 2013
Empatia
As
pessoas se preocupam em ser simpáticas, mas pouco se esforçam para ser
empáticas, e algumas talvez nem saibam direito o que o termo significa. Empatia
é a capacidade de se colocar no lugar do outro, de compreendê-lo emocionalmente.
Vai muito além da identificação. Podemos até não sintonizar com alguém, mas nada
impede que entendamos as razões pelas quais ele se comporta de determinado
jeito, o que o faz sofrer, os direitos que ele tem. Nada impede?
Foi força de expressão. O narcisismo, por exemplo, impede a empatia. A pessoa é tão autofocada, que para ela só existem dois tipos de gente: os seus iguais e o resto, sendo que o resto não merece um segundo olhar. Narciso acha feio o que não é espelho.
Ele se retroalimenta de aplausos, elogios e concordâncias, e assim vai erguendo uma parede que o blinda contra qualquer sentimento que não lhe diga respeito. Se pisam no seu pé, reclama e exige que os holofotes se voltem para essa agressão gravíssima. Se pisarem no pé do outro, é porque o outro fez por merecer.
Afora o narcisismo, existe outro impedimento para a empatia: a ignorância. Pessoas que não circulam, não possuem amigos, não se informam, não leem, enfim, pessoas que não abrem seus horizontes tornam-se preconceituosas e mantêm-se na estreiteza da sua existência. Qualquer estranho que possua hábitos diferentes será criticado em vez de respeitado. Os ignorantes têm medo do desconhecido.
E afora o narcisismo e a ignorância, há o mau-caratismo daqueles que, mesmo tendo o dever de pensar no bem público, colocam seus próprios interesses acima do de todos, e aí os exemplos se empilham: políticos corruptos, empresários que só visam ao lucro sem respeitar a legislação, pessoas que “compram” vagas de emprego e de estudo que deveriam ser conquistadas através dos trâmites usuais, sem falar em atitudes prosaicas como furar fila, estacionar em vaga para deficientes, terminar namoros pelo Facebook, faltar compromissos sem avisar antes, enfim, aquelas “coisinhas” que se faz no automático sem pensar que há alguém do outro lado do balcão que irá se sentir prejudicado ou magoado.
É um assunto recorrente: precisamos de mais gentileza etc. e tal. Para muitos, puxar uma cadeira para a moça sentar ou juntar um pacote que alguém deixou cair, basta. Sim, somos todos gentis, mas colocar-se no lugar do outro vai muito além da polidez e é o que realmente pode melhorar o mundo em que vivemos. A cada pequeno gesto diário, a cada decisão que tomamos, estamos interferindo na vida alheia. Logo, sejamos mais empáticos do que simpáticos.
Ninguém espera que você e eu passemos a agir como heróis ou santos, apenas que tenhamos consciência de que só desenvolvendo a empatia é que se cria uma corrente de acertos e de responsabilidade – colocar-se no lugar do outro não é uma simples gentileza que se faz, é a solução para sairmos dessa barbárie disfarçada e sermos uma sociedade civilizada de fato.
Martha Medeiros (Zero Hora - 30/01)
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